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Poucas vendas no fim de semana pressionaram a arroba.
Com vendas aquém do esperado no fim de semana, evidenciando a sazonalidade do fim de mês (quando a população está com menor poder aquisitivo), a terça-feira começou com a ponta compradora comprando menos e pressionando a cotação da arroba do boi gordo.
Menor ritmo das exportações e do consumo interno reduz o interesse da indústria nas compras e pressiona a cotação do boi gordo.
Esgotamento iminente da cota de importação e rigidez no desembaraço chinês desaceleram o ritmo dos embarques brasileiros no segundo semestre.
Exportação de carne bovina in natura, em mil toneladas, de janeiro a julho de 2025 e 2026.
Mercado iniciou a sexta-feira com poucos negócios, oferta controlada e cotações estáveis. Atenção ficou voltada para o desempenho das vendas do final de semana.
Preço elevado mantém bom faturamento, apesar da queda no volume diário embarcado.
O Brasil exportou 261,9 mil toneladas de carne bovina in natura em maio, com faturamento recorde de US$ 1,7 bilhão.
A demanda internacional pela carne bovina brasileira segue aquecida, com destaque para as compras da China. O movimento ganhou força diante das incertezas sobre as cotas de importação chinesas.
Até a quarta semana, o Brasil embarcou 216,2 mil toneladas de carne bovina in natura - volume diário 11,9% superior aos embarques em abril de 2025 - à época, o Brasil embarcou 241,5 mil toneladas, recorde para o mês.
Oferta enxuta, resistência dos vendedores e suporte das exportações elevaram em R$3,00/@ as cotações do boi gordo e do “boi China” em São Paulo.
Na comparação feita dia a dia, as cotações não mudaram. Contudo, a dinâmica do mercado mudou. A falta de previsão fez com que o volume de negócios diminuísse.
A cautela dos compradores diante das incertezas no mercado internacional diminuiu o volume de negócios e aumentou a especulação.
Nos primeiros cinco dias úteis de fevereiro a exportação de carne bovina in natura atingiram faturamento e volume, médios diários, 63,7% e 43,6% quando comparados com fevereiro de 2025.
A oferta está enxuta, resultando em alta de R$2,00/@ na cotação do boi gordo e de R$3,00/@ na da vaca. A cotação do “boi China” e a da novilha não mudou.
A cotação subiu sustentada por uma ponta compradora ainda ativa, escalas mais apertadas, oferta de bovinos restrita, bom desempenho das exportações e expectativas de melhora no consumo de carne no mercado doméstico nos próximos dias.
Até a segunda semana de janeiro, o volume exportado de carne bovina in natura foi de 89,3 mil toneladas.
A medida adotada pelos países, que taxa o excedente de volume de carne bovina, exigirá do Brasil negociação com muito jogo de cintura.
As ofertas atendem à procura, e o escoamento da carne está firme, o que mantém o mercado equilibrado.
Um olhar para a margem da indústria frigorífica e o potencial para o preço da arroba do boi gordo no fim de 2025.
O volume médio diário exportado na parcial de outubro, de 15,4 mil toneladas, está 25,0% acima do embarcado por dia em outubro de 2024.
Banir a externalização de bovinos vivos tira receita do Brasil, mas manter o canal com regras de bem-estar equilibra externalidades e preserva empregos e competitividade.
Em entrevista ao canal Olho No Agro, o analista Pedro Gonçalves, da Scot Consultoria, destacou que o Brasil mantém um ritmo forte nas exportações de carne bovina in natura em 2025, mesmo após oscilações causadas pelo chamado
O mercado do boi gordo se manteve firme na terceira semana de outubro, sem variações nas cotações do boi comum e da vaca. A cotação da novilha, porém, apresentou valorização de R$3,00/@.
O mercado do boi gordo manteve-se firme na terceira semana de outubro, sem variações nas cotações do boi comum e da vaca. A cotação da novilha, porém, apresentou valorização de R$3,00/@.
Em setembro, a exportação de carne bovina in natura foi recorde - 314,7 mil toneladas. Com o desempenho, 2025 já é o segundo melhor ano para o setor.
Setembro fechará como maior volume histórico para um único mês na exportação de carne bovina in natura.
Até 29 de setembro, dados parciais do setor apontam para 294,7 mil toneladas embarcadas - maior volume mensal da história e, considerando dados a serem compilados, o setor deverá exportar mais de 300,0 mil toneladas de carne bovina in natura.
Dados parciais da secretaria do comércio exterior (Secex) divulgados hoje (22/9), apontam que o volume de carne bovina in natura poderá ser recorde para um único mês.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Eloir Daltoé
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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